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Um jardim plantado com história

Um jardim plantado com história
09-03-2023
MAG
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Em plena Avenida Dom Manuel I, na marginal da vila da Calheta, situa-se um jardim repleto de história. À primeira vista, quem por ali passeia não faz ideia dos antepassados que estão “plantados” nestes elementos que assumem um papel decorativo no jardim.

Alguns dos monumentos que o centro histórico da vila da Calheta acolhe datam do princípio do século XX. O Forno da Cal, que ali foi construído em 1909, é um deles. Graças a este, foi possível o início da produção de cal. É um forno em alvenaria de pedra basáltica e argamassa, de estrutura retangular simples. E por este ser uma das peças protagonistas deste núcleo, há quem trate este espaço como jardim do “Forno da Cal”.

Outros são os elementos históricos que compõem o espaço. As ruínas do antigo moinho de cana-de-açúcar são um exemplo disso, fixadas logo no início do jardim, estão inseridas numa área onde outrora existiu o cultivo desta planta.

Destaca-se a chaminé do antigo engenho que se impõe como outro dos elementos decorativos, juntamente com outros utensílios do antigo engenho.

A par das peças históricas, há ainda espaço para observar o busto 'O venezuelano mais universal’. É um monumento em bronze, esculpido pelo escultor venezuelano Júlio César Briceño Andrade, nascido em Caracas em 1950. Honra o Generalíssimo Sebastian Francisco de Miranda, venezuelano revolucionário nascido na mesma terra que o seu escultor. A obra de arte foi inaugurada no dia 5 de julho de 2011, onde esteve presente Lucas Rincón Romero, responsável pela embaixada da Venezuela em Portugal.

O jardim é distribuído em toda a sua envolvência com bancos de lazer, virados para o mar.

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