Os Caminhos Reais
Construídos ainda antes da implantação da República, os Caminhos Reais da Madeira constituem uma herança cultural única. São provas vivas de rotas centenárias construídas pelo esforço e luta do povo madeirense que desenhou uma ilha do zero.
Hoje, este património histórico caracteriza-se como o mais identitário cartaz do setor turístico da região, que atrai diariamente um número considerável de visitantes que pretendem explorar as levadas à volta da ilha.
Por esse motivo, nasceu a Associação do Caminho Real da Madeira (ACRM) com o objetivo de proteger, valorizar e promover o mais importante bem cultural que a Madeira guarda. Uma forma interessante de dar a conhecer estes percursos são atividades culturais, pedagógicas, desportivas ou outras.
“VI Volta à Madeira pelo Caminho Real 23” – de 1 a 8 de abril
Este evento da responsabilidade da ACRM, acontece nos dias de 1 a 8 de abril de 2023. A volta, que tem como início e término o concelho do Funchal, dura 8 dias. Para os que nutrem gosto pelo pedestrianismo não podem perder esta atividade. Em busca do património histórico, o plano passa por pernoitar na Ribeira Brava, Estreito da Calheta, Fajã da Ovelha, Porto Moniz, Ponta Delgada, Santana e Machico, terminando novamente no Funchal no dia 8 de abril.
Os interessados poderão consultar mais informações pelo e-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. ou através da página do Facebook Caminho Real da Madeira.
As experiencias de quem já fez a Volta
“Ao longo de uma hora o Caminho Real transforma-se numa experiência imersiva total, fruto da fusão da natureza com a paisagem marinha.”– José Luís Sousa Freitas
“A jornada de volta à ilha faz-se em oito dias, um ciclo fechado que encerra uma caminhada de resiliência, altruísmo, amizade e superação. ” – Bárbara Basílio
“Podíamos contar-vos uma história de autodescoberta, mas fazer o Caminho dá-nos o conhecimento de algo muito maior que nós próprios: a História da nossa terra e da nossa gente, as histórias de quem nos acompanha, sobre o que viveram e querem viver e as nossas próprias histórias contadas aos outros. ” – Marta Cassilda Camacho Macedo