Maya Blandy
Nascida na Austrália, criada na Madeira e com raízes familiares inglesas e alemãs, a jovem artista de 21 anos tem vindo a construir uma carreira marcada pela diversidade cultural e sonora.
A sua ascensão musical tem vindo a destacar-se em diversas criações, como é o exemplo da música 'Disco Nights', que ganhou vida através de remisturas assinadas por Opolopo e Mannix, pela editora Dafia Records.
A versão de Opolopo alcançou destaque na tabela Traxsource Disco/Soul, conquistando a 8ª posição, um marco significativo para a sua carreira. Maya Blandy encerra o ciclo do álbum “Stardust Deluxe” com o novo single “Stay a Little Longer”.
O videoclipe é realizado pelo madeirense Michel de Freitas.
1. Quem é a Maya Blandy?
Sou uma artista, uma jovem mulher que cria um universo de som que transforma as minhas experiências em arte através da música. Tudo o que partilho com o público é um reflexo da minha experiência como ser humano na sociedade de hoje e é um momento para lembrar as pessoas dos sentimentos universais que todos enfrentamos ao longo da vida. A minha música abrange soul e jazz com lirismo e groove.
2. Qual a origem/inspiração para as suas músicas?
A minha música é muito orgânica. Cada canção reflete as minhas experiências no momento da sua criação. A maioria das canções é uma celebração da vida e das várias emoções que encontramos com mensagens sublinhadas para o ouvinte.
3. O que distingue e identifica a Maya quando está em palco?
Estudo música desde criança e o meu objetivo é oferecer uma performance memorável com musicalidade excepcional e uma presença calorosa e divertida que cria conexões fortes e pessoais com o público.
4. O álbum “Stardust”é o seu álbum de estreia. Foi um projecto muito difícil? Qual foi a recepção perante o público e o seu feedback até agora?
Stardust Deluxe surgiu muito naturalmente e foi um projeto divertido, interessante e emocionante que eu e o produtor Jake Wherry criámos. Foi a união de dois artistas que se transformou numa jornada musical que inclui uma mistura de vários géneros, temas e grooves. O público até agora tem dado um ótimo feedback. E tenho tido ótimas reações das rádios, TV e plataformas de streaming. Inclusive temos alcançado públicos inesperados, como o Japão e a Coreia.
5. Para além do álbum de estreia que outros lançamentos /colaborações musicais já teve a oportunidade de concretizar?
Além do disco de estreia, lancei algumas canções em português como Calor, Nas Tuas Mãos e A Luz da Lua. São uma espécie de celebração da minha cultura com um toque pessoal. Também colaborei com o rapper luso-descendente Rafa Luz no seu EP e fiz algumas colaborações eletrónicas com o produtor e DJ da Arábia Saudita Jadeaux.
6. A Maya nasceu numa ilha, Austrália e depois veio viver para outra ilha, a Madeira. Como foi essa experiência e de que modo influenciou o seu gosto pela música e permitiu o lançamento da sua carreira musical?
Ter uma educação multicultural permitiu que pudesse criar algo único que abraçasse influências da minha educação e culturas. A minha música é uma fusão de jazz, disco, bossa e folk português.
7. A Ilha da Madeira está presente na sua música? E de que modo?
A Madeira está muito presente em todas as minhas canções. A natureza e a simplicidade da Madeira influenciam os temas e sons orgânicos da minha música, especialmente as muitas referências ao Oceano.
8. O que podemos esperar da artista Maya Blandy no futuro? - Metas futuras, incluindo concertos futuros e até onde vai o sonho?
Espero conquistar algum sucesso a nível internacional e celebrar a vida através da música. Para seguirem os meus próximos projetos, estejam atentos às minhas redes sociais.
9. Qual o seu artista/ banda favorito ou que sirva de inspiração?
Gosto muito de Sade e Cleo Sol. Ambas são artistas femininas poderosas que retratam as suas experiências da maneira mais poética e bela através das suas canções. Outros artistas que têm influenciado muito o meu estilo são Michael Jackson, Elton John e Amy Winehouse.