"A Bela e o Monstro - Para Sempre ou Talvez Não…” estreia no Cine Teatro de Santo António
A Associação Teatro Experimental do Funchal (ATEF) estreia no dia 15 de novembro, às 18h00, a sua nova produção teatral “A Bela e o Monstro – Para Sempre ou Talvez Não…”, no Cine Teatro de Santo António.
O espetáculo, integrado na Temporada Artística 2025/2026, marca a 162.ª produção da companhia, com dramaturgia e encenação de Ricardo Brito.
A peça ficará em cena até 28 de dezembro de 2025, com várias sessões agendadas ao longo de novembro e dezembro. A ATEF apela ao público para consultar o calendário de apresentações e garantir antecipadamente o seu lugar.
As reservas podem ser efetuadas através do telefone 933 369 136 ou do email Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.
Programa
Novembro
15 novembro (sábado) – 18h00 (Estreia)
18 novembro (terça-feira) – 11h15 e 15h15
19 novembro (quarta-feira) – 9h30 e 11h15
20 novembro (quinta-feira) – 11h15 e 15h15
21 novembro (sexta-feira) – 11h15 e 15h15
22 novembro (sábado) – 18h00
25 novembro (terça-feira) – 11h15 e 15h15
26 novembro (quarta-feira) – 9h30 e 11h15
27 novembro (quinta-feira) – 11h15 e 15h15
28 novembro (sexta-feira) – 11h15 e 15h15
29 novembro (sábado) – 18h00
Dezembro
02 dezembro (terça-feira) – 11h15 e 15h15
03 dezembro (quarta-feira) – 9h30 e 11h15
04 dezembro (quinta-feira) – 11h15 e 15h15
05 dezembro (sexta-feira) – 11h15 e 15h15
06 dezembro (sábado) – 18h00
09 dezembro (terça-feira) – 11h15 e 15h15
10 dezembro (quarta-feira) – 9h30 e 11h15
11 dezembro (quinta-feira) – 11h15 e 15h15
12 dezembro (sexta-feira) – 11h15 e 15h15
13 dezembro (sábado) – 18h00
20 dezembro (sábado) – 18h00 (Especial Natal)
28 dezembro (domingo) – 11h00 (Especial Fim de Ano)
Sinopse
Na biblioteca de uma escola secundária, os livros são testemunhas de segredos, ciúmes e descobertas. Isabel – a nossa Bela, apaixonada pela leitura, encontra em Lázaro – o nosso Monstro, novo aluno, tímido e isolado que guarda tempestades dentro de si. Entre olhares e silêncios, cresce uma ligação frágil, mas poderosa, que desafia preconceitos e expõe a crueldade escondida nas palavras.
Narciso, o popular da escola, não aceita perder o centro das atenções e transforma a diferença de Lázaro numa arma de exclusão. À volta deles, amigos, professores, funcionários – e até uma estátua que observa e comenta, dão corpo a uma comunidade em que cada gesto pode erguer muros ou construir pontes entre as pessoas.
Inspirada no conto tradicional A Bela e o Monstro, esta versão contemporânea transporta o “castelo” para uma biblioteca escolar, não tem feitiços, mas está impregnada de vida real. Não se trata, já, de monstros com garras, mas de jovens marcados pela rejeição. A questão mantém-se: conseguiremos ver para lá das aparências? E, afinal, o “para sempre” existe… ou talvez não?