Dança Sénior

ir para conteudo
PT EN FR DE

"Residência" | Exposição de Francisco Janes na Porta33

14-04-2025
Eventos
Partilhe este conteúdo

A exposição "Residência", de Francisco Janes, inaugura na Porta 33 na próxima sexta-feira, 21 de março, às 18h00 e ficará patente até 30 de Maio

A abertura contará com uma conversa entre o artista e o curador, Nuno Faria.

O projeto resulta de um conjunto de residências artísticas no Porto Santo, promovidas pela Porta 33, explorando sondagens visuais e sonoras e a experiência do encontro com o território e a sua realidade.

Biografia

Francisco Janes é um artista visual e realizador independente Português cujo trabalho cresce em torno da experiência, e do som. Suas instalações e filmes desenvolvem um interesse poético e antropológico pela natureza e o trabalho humano. Colabora de forma diversa em projetos de áreas interdisciplinares. Em Lisboa estudou Filologia e Literatura na FLUL e completou o Curso Avançado de Fotografia no Ar.Co, seguido de um ano de projeto individual interdisciplinar em 2008. No mesmo ano foi Bolseiro Ernesto de Sousa com Fellowship na Experimental Intermedia Foundation em Nova Iorque. Completa em 2012 o Mestrado (MFA) no California Institute of the Arts (Calarts) em Los Angeles com uma Bolsa integral da Fundação Calouste Gulbenkian, e muda-se dos Estados Unidos para a Lituânia em 2013, onde vive a maior parte do tempo e constituiu família. Trabalha em diferentes projetos e localizações desde então, desenvolvendo uma considerável filmografia que permanece principalmente desconhecida. A propósito do seu trabalho sonoro e visual centrado em fenómenos da consciência fala-se de algum cinema experimental, de animismo, também da chamada etnografia sensorial na sua aproximação contingente e material aos fragmentos - as lacunas e seus sentidos. Francisco mostra o seu trabalho em espaços e contextos diversos, muitas vezes ligados ao território e lugar que ocupam nele. Em 2020 inaugura com Juratė Jarūlytė o projeto Yellow House, uma casa na natureza com um arquivo fundador e vivo. Um lugar para artistas aprenderem entre si e com a floresta, dedicado à observação e uma ecologia do entendimento através de práticas visuais, do movimento e do som.