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Apresentação do Caderno N.º 4 da Coleção “O Trilho”

Apresentação do Caderno N.º 4 da Coleção “O Trilho”
16-04-2024
Eventos
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No âmbito da comemoração do 17.º aniversário da inauguração do Núcleo Museológico de “Arte Popular”, da Associação Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova, será apresentado o Caderno N.º 4, Volume II, da Coleção “O Trilho”, intitulado “Eleutério Gonçalves Martins de Nóbrega – Uma Enciclopédia Viva – Quadras com História, da autoria de Danilo José Fernandes, no dia 17 de Abril, no Auditório do Centro Cívico de Santa Maria Maior, pelas 18:00.

Nos dezassete anos de existência deste espaço museológico, já foram publicados 10 cadernos, dois deles com um segundo volume e um livro denominado: As Ferramentas do Linho e da Lã, o ADN do Povoamento Rural da Madeira, trabalho esse já utilizado para estudos em diversas Universidades de Portugal Continental.

Além destas publicações, foi criado, em dezembro do ano transato, o Museu Virtual dos “Embutidos da Madeira” que se encontra acessível na plataforma: www.muvemma.pt.

 

Caderno N.º 4, Volume II, da Coleção “O Trilho”

“Eleutério Martins de Nóbrega é um ícone “Contador de Histórias” e o seu saber não se esgota facilmente, já que é filho de outro “Contador de Histórias”.

Este talento herdou-o do seu falecido pai, João Martins de Nóbrega (1915-2003), acabando por manter vivos muitos saberes e vivências do seu progenitor e enriquecendo o seu conhecimento com a sua própria “escola de vida”.

Eleutério de Nóbrega, além de fazer parte desta Instituição como artista popular, é também uma presença constante do nosso quotidiano, companheiro habitual de encontros semanais, de passeios pela ilha e de viagens além-mar. As recolhas são uma constante nos nossos encontros, pois há sempre algo de novo para nos contar.

Queremos realçar nesta edição o capítulo “Entretimentos à Espera da Ceia”, saberes de outrora, vivências intergeracionais que quase foram aniquiladas na atualidade como consequência do surgimento das novas tecnologias. No entanto este hiato poderia ser colmatado, por exemplo, no pré-escolar, com atividades apropriadas de modo a transmitir estes conhecimentos às crianças, mantendo assim viva a herança do nosso património imaterial” informou a Associação Grupo de Folclore e Etnográfico da Boa Nova em nota de imprensa.